FAIL (the browser should render some flash content, not this).
FAIL (the browser should render some flash content, not this).

Ordem dos Médicos do Brasil e a sua importância para a sociedade

Data: 16/07/2008 - Diário da Manhã

Defender a vida e dedicar a sua própria pelo outro. Quando alguém escolhe ser um profissional da medicina, ele assume uma missão. Para um médico, não importa se o dia é santo, se é aniversário de um ente querido ou se já passou do horário do expediente. Os seus pacientes estão em primeiro lugar. São esses homens e mulheres de branco que normalmente estão ao nosso lado nos bons e nos maus momentos que passamos. Precisam entender do corpo e também da alma humana. Com eles, criamos afinidades e se tornam guardiões da nossa vida.

Tanto nos laboratórios de pesquisa como nos hospitais e consultórios, é incontestável a importância dessa classe para a sociedade. E é por isso que ela deve estar organizada por uma entidade forte. Há algum tempo, tomei conhecimento da luta do doutor Waldemar Naves do Amaral que se empenha na criação da Ordem dos Médicos do Brasil, a OMB. Assim como qualquer novidade, a proposta está gerando polêmica.

A iniciativa visa reunir as três entidades de maior representatividade dos médicos brasileiros: a Associação Médica Brasileira, o Conselho Federal de Medicina e a Federação Nacional dos Médicos, que representa os sindicatos. Juntas, ganham força política e financeira que irá agregar benefícios para a classe que não possui legislação própria regulamentada. A ordem poderá, por exemplo, proteger os cidadãos de forma mais incisiva dos falsos médicos e dos maus profissionais.

Conforme o médico Waldemar explicou em seu livro "Ordem dos Médicos do Brasil", a entidade não irá atuar apenas para regulamentar, conceder títulos, fiscalizar a profissão e agir como órgão sindical. Mas vislumbra o poder de exigir do Governo e da iniciativa privada melhores condições de trabalho e definir honorários. Criar a OMB não é uma luta nova. Luiz Rassi, médico que fundou a Associação Médica Brasileira em 1951, especifica na ata de criação da entidade a preocupação em fundar a ordem.

Um dos pontos que eu considero de maior relevância nessa iniciativa é a possibilidade dela intervir nas faculdades de medicina. Muitos cursos são abertos apenas com a autorização dos conselhos de Saúde e de Educação. Por ser um investimento rentável, visto os altos preços das mensalidades em instituições particulares, empresários se interessam em abrir cursos sem o respaldo e conhecimento na área. O Brasil é o 2º maior país do mundo em número de faculdades de medicina, com cerca de 170 delas. Para ter este controle, a proposta de criação da OMB prevê que a entidade tenha voz e voto junto ao Ministério da Educação com relação à liberação de novas faculdades. Ela prevê também avaliações periódicas das instituições de ensino já em funcionamento, com poder de intervenção, e avaliação do produto final com cobranças àquelas faculdades que apresentarem problemas na formação acadêmica.

Essa pode ser uma alternativa para que casos absurdos, como a venda de um diploma de medicina por R$ 8 mil, deixe de ser manchete de jornal. Com a vida humana não se deve brincar. Por isso destaco a importância de uma ordem forte em defesa da sociedade. É preciso ter um controle real da situação. A má formação de um médico pode custar caro a todos nós.


Daniel Goulart é deputado estadual e vice-presidente do PSDB goiano.

Data: 16/07/2008 - Diário da Manhã

Untitled Document

Untitled Document

aaa

Telefones:

+55 62 3221-3312

+55 62 3221-3350

Fax:

+55 62 3221-3352

Endereço:

Alameda dos Buritis nº 231,

Setor Oeste - Goiânia - Goiás.

CEP: 74015-907 - GAB.:10

E-mail:

Untitled Document

 

Desenvolvimento de Sites